Bem-vindos ao novo ano letivo 2017/2018!
O Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, outubro, surge, este ano subordinado ao tema "Ligando Comunidades e Culturas".
A nossa biblioteca iniciou as atividades deste mês com uma palestra proferida pelo cientista e professor português, o Professor Doutor Sobrinho Simões, no dia 10 de outubro. O tema abordado, inserido no currículo da Biologia, foi "O cancro, hereditariede e estilos de vida".
Este encontro, organizado em parceria com o Departamento de Matemática e Ciências Experimentais, dirigiu-se a toda a comunidade, mas, em particular, aos nossos alunos dos cursos de Ciências e Tecnologias (11ºs A e B e 12ºA) e ao curso profissional de Técnico Auxiliar de Saúde (10ºH).
A palestra, em forma de aula dialogada, constituiu um momento de grande valor científico em que os nossos alunos se embrenharam numa atitude verdadeiramente exemplar e a restante comunidade, professores, pais e funcionários, se deixou maravilhar pelo saber transmitido e pelo grande poder de comunicação do nosso ilustre convidado.
Expressamos aqui a nossa gratidão pela enorme simpatia e disponibilidade com que o Professor Sobrinho Simões nos presenteou, dando-nos a honra da sua visita.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
quinta-feira, 25 de maio de 2017
Encontro com Hemingway - 5
George
Plimpton: Archibald MacLeish referiu um método seu de transmitir experiências
ao leitor que afirmou ter desenvolvido enquanto fazia a cobertura de jogos de baseball nos seus dias
do Kansas City Star. Tratava-se
simplesmente do facto de que a experiência é transmitida através de pequenos
detalhes, preservados no íntimo, que possuem o efeito de indicarem o todo ao
consciencializar o leitor daquilo que só reconhecia no subconsciente.
Hemingway:
Esse episódio é apócrifo. Nunca escrevi sobre baseball para o Star. O que o Archie estava a tentar
recordar era a forma como eu procurava aprender em Chicago, por volta de 1920,
e como buscava as coisas desapercebidas que geravam as emoções, tais como a
maneira como um outfielder atirava a
luva sem olhar para onde ia cair, o ranger da resina contra a tela sob a sola
das sapatilhas de um lutador, a cor cinzenta da pele de Jack Blackburn logo a
seguir a sair da agitação e outras coisas em que reparava do mesmo modo como um
pintor realiza esboços. Reparávamos na estranha cor de Jack Blackburn e nos antigos
cortes na pele e na forma como fazia rodopiar um homem antes de lhe
conhecermos a história. Eram estas as coisas que nos tocavam antes de
conhecermos a história.
George
Plimpton: Alguma vez descreveu algum tipo de situação que não conhecesse
pessoalmente?
Hemingway:
Estranha pergunta. Por conhecimento pessoal quer dizer conhecimento carnal?
Nesse caso, a resposta é afirmativa. Um escritor, se tiver algum valor, não
descreve. Inventa ou cria a partir do seu próprio conhecimento, pessoal e impessoal,
e, por vezes, parece possuir um conhecimento inexplicado que poderia vir de
experiências raciais ou familiares esquecidas. Quem ensina o pombo-correio a
voar como voa? Onde é que um touro de arena vai buscar a coragem ou um cão de
caça o faro? Isto é uma elaboração ou uma versão condensada daquilo de que
falávamos em Madrid quando não se podia confiar no meu julgamento.
George
Plimpton: Até que ponto nos devemos afastar de uma experiência antes de
podermos discorrer sobre ela em termos ficcionais? Os acidentes de avião em que
se viu em envolvido em África, por exemplo?
Hemingway:
Depende da experiência. Há uma parte de nós que a encara com alheamento desde o
início. Outra parte sente-se muito envolvida. Não penso que haja qualquer regra
acerca do tempo que devemos deixar passar. Depende do equilíbrio mental do
indivíduo e dos seus poderes de recuperação. Sem dúvida que, para um escritor
experiente, tem valor despenhar-se num avião que se incendeia. Aprende várias
coisas muito rapidamente. Se lhe serão de algum modo úteis é condicionado pela
sobrevivência. A sobrevivência, com honra, essa palavra importantíssima e
antiquada, é igualmente importante e difícil para um escritor. Aqueles que
duram pouco são sempre mais amados, uma vez que ninguém tem que os ver nas suas
lutas longas, aborrecidas, implacáveis, sem tréguas, que travam num combate contra o tempo. Os que morrem ou os que se afastam cedo e com boas razões são
preferidos por serem compreensíveis e humanos. O fracasso e a cobardia bem
disfarçada são mais humanos e mais amados.
George
Plimpton: Poder-me-ia dizer até que ponto acha que o escritor se deveria
preocupar com os problemas sociopolíticos do seu tempo?
Hemingway:
Todos temos a nossa consciência e não deveria haver regras acerca de como uma
consciência deve funcionar. Toda a certeza que podemos ter relativamente a um
escritor com uma intenção política é que, se o seu trabalho perdurar, a
política terá que ser posta de lado quando o lermos. Muitos dos chamados
escritores engajados mudam de visão política com frequência. Trata-se de algo
muito estimulante para eles e para as suas críticas político-literárias. Por
vezes, têm mesmo de reescrever os seus pontos de vista… e apressadamente.
Talvez isso mereça respeito enquanto forma de busca da felicidade.
George
Plimpton: A influência política de Ezra Pound no segregacionista Kasper teve
algum efeito na sua convicção de que o poeta deveria ser libertado do Hospital
de St. Elizabeth?
Hemingway:
Não, de todo. Acredito que Ezra deveria ser libertado e autorizado a escrever
poesia em Itália desde que se comprometesse a não ter uma ação política.
Gostaria de ver Kasper encarcerado o mais rapidamente possível. Os grandes
poetas não são necessariamente escoteiros ou chefes de escoteiros ou
esplêndidas influências para a juventude. Alguns exemplos: Verlaine, Rimbaud,
Shelley, Byron, Baudelaire, Proust, Gide não deveriam ter que ser aprisionados
para que ninguém os imitasse na sua forma de pensar, nas suas maneiras ou na
sua moralidade, por Kaspers locais. De certeza que, daqui a dez anos, este
parágrafo vai precisar de uma nota de rodapé que explique quem Kasper era.
George
Plimpton: Seria capaz de afirmar que o seu trabalho tem, por vezes, uma intenção
didática?
Hemingway:
A palavra “didática” tem sido mal usada e estragada. Morte ao Entardecer é um livro instrutivo.
George
Plimpton: Já foi dito que um escritor não lida com mais do que uma ou duas
ideias no seu trabalho. Diria que o seu trabalho reflete uma ou duas ideias?
Hemingway:
Quem é que o disse? Parece demasiado simples. Talvez o homem que o disse
tivesse apenas uma ou duas ideias.
George
Plimpton: Bom, talvez fosse melhor dizê-lo da seguinte forma: Graham Greene
afirmou que uma paixão dominante oferece a um conjunto de romances a unidade de
um sistema. Penso que você mesmo disse que o sentido da injustiça conduz à
grande escrita. Pensa que é importante que um escritor seja dominado dessa
forma – por algum tipo de sentimento irresistível?
Hemingway:
O sr. Greene tem facilidade em fazer afirmações que não têm a ver comigo.
Ser-me-ia impossível generalizar sobre um conjunto de romances, um bando de
galinholas ou outro bando de gansos. Mesmo assim, vou procurar generalizar. Um
escritor que não tivesse uma noção da justiça e da injustiça estaria melhor a
editar o livro de curso de uma escola para crianças sobredotadas do que a
escrever romances. Outra generalização. Compreende, não são difíceis quando são
suficientemente óbvias. A dádiva maior de
um bom escritor é possuir um detector de balelas interno, à prova de choque. É
o radar dos escritores e todos os grandes escritores o possuem.
George
Plimpton: Uma última pergunta essencial: enquanto escritor criativo, qual pensa
ser a função da sua arte? Porquê uma representação dos factos em vez dos
próprios factos?
Hemingway: Onde está a confusão? A partir de coisas que aconteceram e de coisas existentes e de tudo o que se conhece e ainda do que não se pode conhecer, inventa-se algo que não é uma representação, mas sim algo de inteiramente novo, mais real do que o que quer que exista na realidade, e dá-se-lhe vida.E, se o fizermos suficientemente bem, dá-se-lhe imortalidade. É por isso que se escreve e por nada mais. Mas o que fazemos de todas as razões que ninguém conhece?
Tradução de Jorge Simões
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Prémios literários a granel
Para quem escreve e busca reconhecimento, segue um conjunto de prémios literários aos quais ainda vai a tempo de concorrer...
Três deles pedem a entrega dos originais até 31 de maio. São eles o Prémio Branquinho da Fonseca de literatura infantil e juvenil, o Prémio Matilde Rosa Araújo de conto infantil e o XVIII Concurso de Poesia Agostinho Gomes. Seguem os links dos respetivos regulamentos: Prémio Branquinho da Fonseca , Prémio Matilde Rosa Araújo e Concurso de Poesia Agostinho Gomes. .
Não deixem de tentar. Quem sabe não poderá ser o início de uma carreira promissora...
sexta-feira, 31 de março de 2017
Semana da Francofonia foi sucesso alargado
Mais uma vez se celebrou a francofonia no Agrupamento de Escolas do Castêlo da Maia. Esta atividade decorre na semana de 20 de março, dia da francofonia, em que se festeja a língua francesa, falada nos cinco continentes em 57 países. São cerca de 270 milhões os falantes desta língua e o número de empresas francesas implantadas em Portugal tem vindo a crescer, havendo mais de 20 empresas no concelho da Maia. Destacam-se o grupo Auchan (Jumbo), a Decathlon e a Leroy Merlin.
Os alunos e docentes de Francês vestiram a escola de muitas cores alegres e brilhantes para receber os seus colegas, os encarregados de educação e os docentes do Agrupamento como outros de escolas dos arredores. Desde uma grande e interessante exposição de trabalhos realizados pelos alunos da língua até um concurso de gastronomia - "A melhor quiche" e "A melhor tarte" - que contou com a colaboração dos pais. Neste concurso, saíram vencedores o aluno Leandro Minguta, do 8º A (quiche), e Marta Silva, do 9º C (tarte). Decorreram ainda duas sessões de formação para docentes (proporcionadas pelas gentis palestrantes Dra. Lídia Marques e Dra. Carlota Madeira), um jantar francófono (da responsabilidade dos alunos e docentes do curso de Restauração do AECM, coordenados pelo chef paulo Correia) em que participou o grupo coral de alunos "Les Bleus" e duas sessões de cinema francês: Qu'est-ce qu'on a fait au bon Dieu? e C'est quoi cette famille?
O grupo de docentes de Francês, constituído por Fátima Mondim, Isabel Maia, Jorge Simões e a subcoordenadora Elisabete Oliveira agradecem aos alunos e respetivos encarregados de educação, aos restantes docentes de Línguas que colaboraram na decoração dos espaços e à Direção do Agrupamento todo o apoio e carinho demonstrados ao longo destes quatro dias extraordinários. Vive le Français!
quarta-feira, 22 de março de 2017
Encontro com Hemingway - 4
George
Plimpton: De que modo se desenvolve, na sua mente, a conceção de uma short story? O tema ou a trama ou alguma personagem sofrem
alterações à medida que avança?
Hemingway:
Às vezes conhecemos a história. Outras, inventamo-la à medida que avançamos e
não fazemos ideia do que vai acontecer. Tudo muda à medida que avança. É isso
que gera o movimento que gera a história. Por vezes, o movimento é de tal forma
lento que parece não se mover. Mas há sempre mudança e movimento.
George
Plimpton: Também acontece assim com o romance? Ou elabora um plano completo
antes de começar a escrever e segue-o à risca?
Hemingway:
Em Por Quem os Sinos Dobram, isso constituiu
um problema diário. Eu sabia basicamente o que ia acontecer. Mas inventava o
que acontecia todos os dias.
George
Plimpton: As Verdes Colinas de África,
Ter e Não Ter e Na Outra Margem, Entre as Árvores começaram todos como short stories e acabaram como romances?
Em caso afirmativo, serão as formas de tal modo semelhantes que o autor pode
passar de uma a outra sem rever totalmente a sua abordagem?
Hemingway:
Não, não é verdade. As Verdes Colinas de
África não é um romance mas constituiu uma tentativa de escrever um livro
absolutamente real, com o fim de verificar se o estado de um país e os padrões
das ações de um mês poderiam, se apresentados com verdade, competir com
trabalhos ficcionais. Depois de o ter escrito, escrevi duas short stories, As Neves do Kilimanjaro e The
Short Happy Life of Francis Macomber. Tratou-se de histórias que criei com
base no conhecimento e experiência adquiridos no mesmo safari que eu procurara
descrever realisticamente em As Verdes
Colinas. Ter e Não Ter e Na Outra Margem, Entre as Árvores
começaram ambos como short stories.
George
Plimpton: Consegue passar facilmente de um projeto literário a outro ou
continua até terminar o que começou?
Hemingway:
O facto de estar, neste momento, a interromper trabalho sério para responder a
estas perguntas demonstra que sou de tal modo estúpido que deveria ser
severamente castigado. Não se preocupe. Hei de ser.
George
Plimpton: Imagina-se a competir com outros escritores?
Hemingway:
Nunca. Costumava escrever melhor do que alguns escritores já falecidos de cujo
valor estava certo. Já há muito que tenho vindo apenas a procurar escrever o
melhor que posso. Às vezes, tenho sorte e escrevo melhor do que posso.
George
Plimpton: Acha que a força de um escritor diminui à medida que envelhece? Em As
Verdes Colinas de África menciona que os escritores americanos, depois de uma
certa idade, se transformam em avozinhos.
Hemingway:
Não sei. Quem sabe bem o que faz deveria durar tanto quanto a sua cabeça
permitisse. Nesse livro, se vir bem, verificará que estava a falar de literatura
americana com um austríaco desprovido de humor que me estava a obrigar a falar
quando o que queria era fazer outra coisa. Escrevi um relato exato da
conversa. Não pretendi fazer declarações imortais. Uma boa fatia das declarações é suficiente.
George
Plimpton: Não falámos sobre as personagens. As personagens dos seus trabalhos
são retiradas, sem exceção, da vida real?
Hemingway: Claro que não. Algumas nascem da vida real. Na maioria dos casos, invento pessoas a partir do meu
conhecimento, compreensão e experiência das pessoas.
George
Plimpton: Poderia falar um pouco sobre o processo de transformar uma personagem
da vida real numa personagem fictícia?
Hemingway:
Se explicasse como isso é, por vezes, feito, seria como oferecer um livro de
cabeceira aos advogados.
George
Plimpton: Faz a distinção – tal como E. M. Forster – entre personagens “planas”
e personagens “redondas”?
Hemingway:
Se descrevermos alguém, isso é plano, tal como uma fotografia e, no meu ponto
de vista, um falhanço. Se o criarmos a partir daquilo que conhecemos, todas as
dimensões deverão estar presentes.
George
Plimpton: De que personagens suas se recorda com afeto?
Hemingway:
A lista seria longa.
George
Plimpton: Então, gosta de reler os seus próprios livros – sem sentir que
haveria alterações que gostaria de fazer?
Hemingway:
Leio-os, por vezes, para me animar em momentos em que é difícil escrever e
lembro-me de que sempre foi difícil e, ocasionalmente, quase impossível.
George
Plimpton: Como é que arranja nomes para as suas personagens?
Hemingway:
O melhor que posso.
George
Plimpton: Os títulos surgem-lhe enquanto ainda está a escrever a história?
Hemingway:
Não. Faço uma lista de títulos depois de ter terminado a história ou o livro –
às vezes, chego à centena. Depois, começo a eliminá-los. Sucede que os elimine
a todos.
George
Plimpton: E faz isso mesmo com uma história cujo título provém do texto –
“Hills Like White Elephants”, por exemplo?
Hemingway: Sim. O título só
surge depois da escrita. Conheci uma
rapariga em Prunier, onde tinha ido comer ostras antes do almoço. Sabia que
tinha tido um aborto. Aproximei-me e conversámos, não sobre isso, mas enquanto
voltava para casa pensei na história, acabei por não almoçar e passei a tarde a
escrevê-la.
George
Plimpton: Assim, quando não está a escrever, é um observador constante, em
busca de algo que possa utilizar.
Hemingway:
Certamente. Se um escritor deixar de observar, está acabado. Mas não tem que
observar de modo consciente ou de pensar como pode ser útil. Talvez fosse assim
no princípio. Mas, mais tarde, tudo o que vê vai para a grande reserva das
coisas que conhece ou que viu. Se tem alguma importância, procuro sempre
escrever a partir do princípio do icebergue. Sete oitavos estão submersos e não
conseguimos vê-los. Podemos eliminar o que quisermos e o icebergue fica mais
forte. É a parte que não se vê. Se um escritor omitir algo por desconhecimento,
a história tem um buraco.
O Velho e o Mar poderia ter tido mais de mil páginas e todas as
personagens da aldeia e a forma como ganhavam a vida, como tinham nascido, como
tinham sido educados, como tinham tido filhos, etc. Há outros escritores que o
fazem com excelência. Quando escrevemos, estamos limitados pelo que já foi
feito de modo satisfatório. Então, procurei fazer algo de diferente. Para
começar, procurei eliminar tudo o que não fosse necessário para transmitir a
experiência ao leitor, de modo a que, depois da leitura, ela se tornasse uma
parte da sua própria experiência e parecesse ter efetivamente acontecido.
Trata-se de algo muito difícil e deu-me muito trabalho.
Em
todo o caso, tive uma sorte incrível e fui capaz de transmitir inteiramente a
experiência e torná-la inédita. A minha sorte foi que tinha um bom homem e um
bom rapaz e que, ultimamente, os escritores têm-se esquecido de que ainda há
coisas assim. Depois, podemos escrever sobre o oceano, tal como podemos
escrever sobre o homem. Isso foi uma sorte. Vi o espadim copular e sei como é.
Então, deixei isso de fora. Vi um cardume de mais de cinquenta cachalotes nessa
mesma zona do oceano e, certa vez, arpoei um de quase dezoito metros e perdi-o. Então, deixei isso de fora. Deixei de fora todas as histórias que conheço da aldeia piscatória. Mas esse conhecimento é o que forma a parte oculta do icebergue. (continua)
Tradução de Jorge Simões
Tradução de Jorge Simões
quinta-feira, 16 de março de 2017
Novidades editoriais de março
Se estás em dúvida quanto ao próximo livro a escolher, trazemos-te hoje algumas sugestões, recolhidas do calendário editorial do grupo Leya para este mês.
No que diz respeito a autores nacionais, temos o clássico Miguel Torga, com Portugal, O Canto e as Armas, de Manuel Alegre, Nova Teoria do Pecado, de Miguel Real, e A Construção do Vazio, de Patrícia Reis. Somam-se-lhes Praça de Itália, de Antonio Tabucchi, O Sistema Periódico, de Primo Levi, Em Queda Livre, de William Golding, e O Filho, de Jo Nesbo. Todos com a chancela da D. Quixote.
A Biblioteca da Secundária do Castêlo deseja-te boas viagens nas páginas da descoberta.
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